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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

3 páginas e meia por dia

É a tarefa a que me proponho.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Bookclub - Agosto de 2010

Eis as propostas para o mês que se avizinha:

Checkpoint Charlie and the Wall - A Divided People Rebel (Werner Sikorski / Rainer Laabs)

Diário Inédito (Vergílio Ferreira)



A Língua Portuguesa (Fernando Pessoa)

Ambicioso? Falamos dia 31.

Todo Bajo el Cielo - Review

Depois de um começo morno em que conhecemos a hipocondríaca (superficial) Elvira, pintora espanhola residente em Paris que parte para Shanghai para resolver as dívidas do seu recém-falecido marido, a história começa finalmente a ganhar chama quando ela, a sua sobrinha, um criado chinês, Paddy Tichborne e Lao Jiang partem em busca do mítico túmulo do famoso Imperador Shi Huang Ti.

Até ao começo da viagem, a história não é das mais cativantes. Mas a escrita é simples e sem floreados desnecessários.

Valeu, também, para praticar o espanhol.

Classificação: 3/5

domingo, 11 de julho de 2010

Bookclub - Julho 2010

Depois de ter sido presenteada com isto...


...(já há mais de 2 meses, mas tenho andado cheia de trabalho), achei que devia criar uma espécie de Bookclub. E o livro deste mês tinha de ser este...

...emprestado por uma grande amiga e impulsionadora do outro presente, livro que já estou para ler há algum tempo...

domingo, 16 de maio de 2010

Shutter Island

Por momentos lembrei-me daquela história do Edgar Allan Poe The system of Dr. Tarr and Prof. Feather...

sexta-feira, 26 de março de 2010

Agora, depois de ter lido a biografia, percebo que deveria haver um outro narrador, acima de Phil(ip K. Dick) e acima de Horselover Fat, que expusesse a verdadeira revelação: a busca não era por Gloria ou Sherri, mas sim pela pequena Jane.

quarta-feira, 24 de março de 2010

VALIS (Philip K. Dick) fala de insanidade. Aliás, VALIS é completamente insano do princípio ao fim (ainda só li um terço, mas acho que posso assumir isto). E totalmente "citável" em qualquer ponto.

"Fat said, 'That's Yaldaboath. Sometimes called Samael, the blind god. He's deranged (...)
'Who's this "Yaldaboath"? Yahweh created the world! It says so in the Bible!'
Fat said, 'The creator deity imagined that he was the only god; that's why he was jealous and said, "You shall have no other gods before me," to which -'
Maurice shouted, 'Haven't you read the Bible?'"

Só para dar um exemplo...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Lá está

"At once the realization of the Principle of Sufficient Irritation came to me. Here was the origin of life. Eons ago, in the remote past, a bit of inanimate matter had become so irritated by something that it crawled away, moved by indignation."

Doc Labyrinth, The Short Happy Life of the Brown Oxford, Philip K. Dick

segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Gostei a sério. (melhor que o primeiro)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Bookworm 3

Stieg Larsson, Os Homens que Odeiam as Mulheres
Carlos Ruiz Zafón, La Sombra del Viento

Nada como o metro para nos devolver ao nosso eu leitor!

domingo, 19 de julho de 2009

Bookworm 2

Nas últimas duas semanas li:

Brave New World, de Aldous Huxley. Bastante diferente do que imaginava, na minha cabeça seria uma história parecida com a de 1985, mas desenganem-se, não tem nada a ver. Bem, talvez tenha qualquer coisa a ver, mind control, repressão, mas Brave New World é bastante mais infantil ou superficial ou fantasioso na abordagem a esses temas. De qualquer das formas, gostei. Mas bastante menos do que pensava que ia gostar.

Marina, de Carlos Ruiz Zafón. Mais um policial com coisas sobrenaturais pelo meio. Um livro entertaining, como já o tinha sido O Jogo do Anjo, mas pouco mais que isso.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Bookworm 1

E o livro que estou a ler agora é O Jogo do Anjo, do Carlos Ruiz Zafón.
A Catarina e a Ana Raquel deram-mo nos anos (há 5 meses), mas só o comecei a ler há umas semanas porque estive a ler antes A Viagem do Elefante (Saramago), After Dark (Murakami) e Obama em Guantánamo (Nuno Rogeiro), que ainda estou a ler.

E estou agradavelmente impressionada. Pensei que fosse mais uma frustração (eu e os escritores de língua espanhola temos uma relação frágil...), mas estou realmente a gostar do livro. A ideia é interessante e a escrita não é pirosa nem aborrecida. A sério.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Obama em Guantánamo - as promised, mas sem conversas surreais

Mário Crespo apresentou o livro (antes disso houve umas poucas palavras do director da sextante). Alongou-se um bocado, mas falou bem. Falou em Gordon Liddy, MacBeth, Alvin Toffler, nas perguntas intrincadas e inconsequentes da agência Lusa, na entrevista ao PM da RTP, citou o livro que citava Miguel Torga, falou ainda de John dos Passos e de outros. Lembrou uma parte do livro em que um militar de Guantánamo dizia que não podiam deixar que filmassem nada para os prisioneiros não saberem onde estão (eu lembrei-me da sensação horrível que é quando se acorda durante a noite e por segundos não se consegue perceber onde se está). Confessou também, Mário Crespo, que a pergunta que faria a Bush na conferência das Lages (se lhe tivesse sido permitida, mas apenas permitiram uma por país, e calhou à agência Lusa) seria: "O senhor acha que tem Deus do seu lado?" (depois de tanto suspense, estava à espera de outra pergunta, e fiquei um bocado surpreendida, mas depois percebi).

Nuno Rogeiro falou em união à volta da poesia (como dizia Whitman?), que os portugueses também podiam seguir esta máxima, na air sunshine, no peso de pessoas como se fossem bagagem, em Guantánamo como lugar fora da Terra, em javalis e porcos (em sentido figurado), em Miguel de Unamuno, e ainda em Phileas Fogg. Disse ainda que o livro estava dividido em vários livros: o fénomeno Barack Obama; o fenómeno do 11 de Setembro; as promessas de Obama ao povo americano e ao mundo; e, por fim, a visita a Guantánamo.

PS também disse algumas palavras e contou divertido a maneira como ele e um "senhor da CIA" entraram numa espécie de jogo em que um tentava fotografar e o outro fugia. Por fim, PS conseguiu apanhá-lo através de um reflexo.

As palavras que fecharam a apresentação foram: os EUA (e nós!) não podem tratar os seus inimigos como estes os tratam a eles; e ainda, temos de ver o futuro como um lugar melhor e ter confiança em nós mesmos.

Ainda não comecei a ler a sério, só folheei o livro, mas recomendo vivamente!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Abra a sua mente*

Quando li pela primeira vez umas frases na contracapa de um livro dele, não gostei. Achei, talvez... piroso. Sim, acho que é a palavra mais aproximada.

Entretanto, deram-me um livro dele nos anos, que comecei a ler há umas duas semanas (antes estive a ler outro livro que me deram nos anos e ainda tenho outro para ler, também dos anos...!) e continuei a não gostar especialmente do estilo. Mas, tenho de admitir, deixou-me curiosa: que raio afinal se passa com Eri Asai e o que é que Mari sabe sobre isso?!



* Aquela frase que eles passam vezes sem conta no Infinito (acho que é esse o nome)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Desvairada Gente


Hoje demorei uma hora a chegar a casa. Vim a pé, de metro, de autocarro, as mãos e a cara fustigadas pelo vento e pela chuva (apesar do - fracote - guarda-chuva), o nariz a fungar, mas com uma boa companhia. Um livro chamado Lisboas, de Rui Vaz de Cunha (pseudónimo) que, apesar de ter apenas lido capítulo e meio, já acho delicioso! Ainda por cima é em espanhol, e assim vou praticando para o DELE (em Maio).

Falando em pseudo-visões estranhas (ver post anterior), ia a entrar em casa, arreliada porque não encontrava o raio da chave no meio da mala, que bem a ouvia, e bem a sentia, mas lá estava presa em alguma coisa, que não saía, e pensei, Agora aparecia um vizinho e eu, Ó vizinho, se não se importa, e ele, Claro, e sacava das chaves da minha (salvo seja) casa e começava a abrir a porta e eu, caindo em mim, Mas como é que tem as chaves de minha casa, e ele desfazia-se num esgar à Joker e ouvia-se uma voz grave, GAME OVER.

Noutro tom: tenho de encontrar uma citação mesmo boa para apresentar 2ª feira à Rosario, para um dos meus colegas dissertar sobre ela (estamos a simular o exame oral do DELE). Têm sugestões?